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07/out/2017

Quem vejo à minha frente é quem vejo à minha frente?

Autor(a): Jason Jair Frutuoso

 

Há sempre uma fera à espreita nas florestas do mundo exterior ou na imensidão do chamado mundo interior que carregamos em nós.

Todas as manhãs podemos ver estampadas nas capas dos jornais e nas telas da TV, notícias que nos chocam: homens, mulheres e até mesmo adolescentes e por vezes crianças que praticam todos os tipos de crimes contados por eles próprios como se fossem troféus, como se eles comemorassem um gol ou mesmo uma taça.

“Quem vê cara não vê coração”, frase proferida por nossos avós desde os tempos mais remotos. Eles queriam dizer que apenas pela linguagem do rosto não dá mesmo para concluirmos nada sobre a personalidade de uma pessoa, mas que à linguagem do rosto deve-se juntar a história pregressa da pessoa com suas atitudes frente à vida. Só assim podemos conhecê-la melhor. Mas, como não podemos ficar diagnosticando as pessoas, temos que contar com a sorte na maioria das vezes.

A pessoa precisa ter capacidade de fazer as devidas reparações ao seu semelhante quando o ofende ou lhe causa quaisquer prejuízos.

            Quem nunca ouviu falar da psicopatia? Ela vem disfarçada em rostos sorridentes, rostos de expressões pesadas, rostos políticos e até rostos aparentemente inocentes. A cada dano causado, a pessoa se mantém com suas expressões físicas e psicológicas inalteradas; o muito que pode ocorrer é a chamada “lágrima de crocodilo”.

 
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